Da Redação Olhar Informação
Relato emocionante de mãe e investimentos estratégicos da Unimed revelam como o acolhimento multidisciplinar está mudando o futuro de famílias mato-grossenses.
A jornada de uma família com uma criança no espectro autista é feita de superações diárias, e em Cuiabá, essas vitórias ganharam um novo capítulo. A professora Ana Mirian Moura compartilha o progresso visível de seu filho Leonardo, de 8 anos (diagnóstico de TEA nível 2), após iniciar o acompanhamento nas clínicas de terapias especiais.
Do Isolamento à Leitura: A Evolução de Leonardo
O que antes era marcado por uma interação mínima, hoje é motivo de celebração. Com uma carga de 15 horas semanais de terapias, Leonardo apresentou um salto qualitativo em seu convívio social: agora ele brinca, compartilha momentos e avança a passos largos na escola, já sendo capaz de ler sílabas complexas.
"O vínculo afetivo com a equipe é forte. É um ambiente acolhedor que permitiu ao Leonardo florescer", relata a mãe, emocionada com os ganhos de autonomia do filho.
O Cuidado que Começa nos Pais
Para a psicóloga Priscila Lélis, o sucesso do tratamento não se restringe apenas à criança. O atendimento da Unimed Cuiabá inicia com um olhar atento aos pais. O objetivo é oferecer suporte emocional e ferramentas para que a família compreenda os comportamentos, fortalecendo a rede de apoio necessária para a inclusão real da criança na sociedade.
Estrutura e Visão Estratégica
A Unimed Cuiabá consolidou sua posição como referência no cuidado ao neurodesenvolvimento. Sob a gestão do diretor-presidente Carlos Bouret, a cooperativa investiu na criação de três Clínicas Multidisciplinares de Terapias Especiais.
As unidades são voltadas para crianças e jovens de até 16 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outros transtornos do neurodesenvolvimento. "Nosso investimento é estratégico, focado em locais e profissionais que garantam um cuidado completo, ético e, acima de tudo, acolhedor", afirma Bouret.
As clínicas contam com:
- Equipes multidisciplinares completas;
- Recursos tecnológicos e lúdicos adequados;
- Ambientes planejados para o conforto sensorial dos pacientes.
Olhar Informação: Quando a ciência se une ao afeto, o diagnóstico deixa de ser um limite e passa a ser o início de uma nova e brilhante trajetória.
