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13 de Junho de 2026
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Utilidade Pública Segunda-feira, 25 de Maio de 2026, 18:13 - A | A

Segunda-feira, 25 de Maio de 2026, 18h:13 - A | A

Alerta na Mesa

Presunto e Embutidos Estão na Lista Máxima de Risco de Câncer da OMS

DA REDAÇÃO OLHAR INFORMAÇÃO

De Olho no Prato: Entenda por que a Ciência Equipara o Perigo dos Processados ao do Cigarro e Como Proteger Sua Saúde Sem Pânico

​A pressa do dia a dia e a praticidade de montar um lanche rápido têm cobrado um preço alto para a saúde da população. Um alerta emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), recolocou os embutidos no centro dos debates sobre longevidade e alimentação: o presunto processado e seus derivados pertencem oficialmente ao Grupo 1 de agentes cancerígenos.

​Ao lado do bacon, da salsicha, da linguiça e do salame, o presunto compartilha a mesma prateleira de certeza científica que substâncias notoriamente perigosas, como o tabaco e o amianto. No entanto, especialistas fazem uma ressalva crucial para evitar o pânico geral: a classificação do Grupo 1 mede a certeza dos cientistas de que o alimento pode causar a doença, e não a velocidade ou a agressividade com que isso acontece. Comer presunto aumenta o risco, mas não na mesma proporção que o tabagismo.

​O Inimigo Oculto no Processamento

​O grande vilão dessa história não é a carne em si, mas os métodos utilizados para que ela dure mais tempo nas prateleiras dos supermercados. Para garantir a conservação, a cor rosada e o sabor característico, a indústria utiliza nitritos e nitratos. No organismo humano, essas substâncias se transformam em compostos químicos altamente agressivos ao DNA das células intestinais.

​Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o consumo diário de apenas 50 gramas de carne processada — o equivalente a meras duas fatias de presunto — eleva em 18% o risco de desenvolvimento de câncer colorretal (intestino).

​Substituições Inteligentes

​Diante do cenário, a recomendação médica não é de uma privação absoluta, mas de uma redução drástica. Médicos e nutricionistas orientam que alimentos ultraprocessados deixem de ser a base dos lanches e passem a ser exceções de fim de semana. Para o café da manhã e lanches intermediários, a regra de ouro é descascar mais e desembalar menos, priorizando proteínas naturais como ovos, queijos brancos, frango desfiado e pastas caseiras.

A opinião do Olhar Informação:

"Levar informação de qualidade para a mesa do cidadão é o primeiro passo para uma vida mais consciente; equilibrar a praticidade da rotina com escolhas reais de saúde é o verdadeiro segredo da longevidade."

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