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22 de Julho de 2026
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22 de Julho de 2026

Política Quinta-feira, 11 de Junho de 2026, 15:53 - A | A

Quinta-feira, 11 de Junho de 2026, 15h:53 - A | A

TCE-MT Cumpre a Constituição

Sérgio Ricardo Blinda Controle Externo e Avisa Que Fiscalização Avança "Doa a Quem Doer"

DA REDAÇÃO OLHAR INFORMAÇÃO

Respaldado pelas Cartas Magnas e pela Nova EC 139/2026, Presidente do Tribunal de Contas Mantém Rigor Técnico em Auditorias da "Vida Real" e Barra Tentativas de Interferência Política no Dinheiro Público.

​Em meio ao recente acirramento de ânimos no cenário político estadual, uma certeza jurídica permanece inabalável: o papel constitucional do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). Sob a liderança do conselheiro-presidente Sérgio Ricardo, a Corte de Contas tem enviado um recado claro aos gestores e parlamentares de que o cumprimento da lei não é negociável. Ao blindar a autonomia técnica do órgão e rechaçar pressões, o presidente reafirma o compromisso de fiscalizar a aplicação de cada centavo dos impostos do cidadão mato-grossense, doa a quem doer.

​A postura firme de Sérgio Ricardo encontra amparo direto no artigo 71 da Constituição Federal e no artigo 47 da Constituição de Mato Grosso. Além disso, ganha ainda mais sustentação com a recente promulgação da Emenda Constitucional nº 139/2026, conhecida nacionalmente como a “PEC da Essencialidade dos Tribunais de Contas”. Essa inovação jurídica jogou um balde de água fria naqueles que questionavam a relevância da instituição, sedimentando em definitivo que as Cortes de Contas são órgãos autônomos, permanentes e essenciais à República, e não um "puxadinho" de qualquer outro Poder. Longe de ser uma escolha pessoal ou um mero capricho político, a fiscalização ativa e rigorosa promovida pela atual gestão é uma imposição da própria estrutura democrática e do pacto republicano.

​Nos bastidores da administração pública, o posicionamento do presidente do TCE-MT é visto como um escudo necessário para garantir a eficiência dos gastos. Nunca na história da Corte um presidente teve uma atitude como essa, de sentir na pele o que o cidadão sente no seu dia a dia no uso de obras pagas com os seus impostos. Sob a diretriz de Sérgio Ricardo, o Tribunal consolidou a figura do controle externo "da vida real", abandonando a passividade dos gabinetes para buscar a verdade fática onde o povo está. A gestão entende que a verdade formal das planilhas e certidões aceita tudo, mas a verdade real é sentida pela população na falta de medicamentos, nas estradas intrafegáveis e nas escolas sem merenda. Por isso, as inspeções in loco promovidas pelos próprios Conselheiros funcionam como legítimas inspeções judiciais, amparadas pela legislação e fundamentais para aproximar o julgamento da realidade.

​Exemplos claros dessa atuação proativa e presencial marcaram o calendário recente do tribunal:

  • Em 29/05/2026: Uma fiscalização presencial na Secretaria de Educação de Cuiabá flagrou um verdadeiro descaso com o dinheiro público, localizando um grande volume de material didático não utilizado, incluindo livros de disciplinas que sequer são ministradas na rede municipal.

  • Em 01/06/2026: Nova inspeção in loco, desta vez na rodovia estadual MT-249, permitiu constatar graves irregularidades na execução da obra pública, como trechos inteiros sem acostamento, colocando em risco a vida dos condutores.

​Se a Corte se limitasse a uma atuação arcaica e de gabinete, tais absurdos passariam despercebidos. Especialistas em direito público reforçam que tentativas de frear ou constranger a atuação de um Tribunal de Contas configuram um retrocesso institucional grave. Quando o presidente Sérgio Ricardo utiliza canais públicos e institucionais para defender o corpo técnico do TCE-MT, ele está, na verdade, protegendo a sociedade de ingerências que tentam colocar interesses partidários ou de conveniência acima do rigor contábil.

​A independência garantida pela Lei Orgânica do TCE-MT confere aos conselheiros a autoridade de suspender editais irregulares e aplicar sanções financeiras aos ordenadores de despesas que descumprirem as normas fiscais. Essa engrenagem técnica funciona justamente como o freio e contrapeso indispensável para evitar desvios. Ao manter o pé no acelerador das fiscalizações, mesmo diante de ruídos e descontentamentos no parlamento, Sérgio Ricardo sinaliza que a Corte de Contas de Mato Grosso não se apequena diante de pressões e que o direito fundamental ao bom governo sempre prevalecerá sobre os palcos da política tradicional.

Olhar Informação: A fiscalização dos recursos públicos não existe para agradar governantes ou parlamentares, mas para proteger o bolso do contribuinte; quando o TCE-MT deixa a frieza das planilhas de lado para fiscalizar a vida real com coragem e independência, ganha a eficácia da Constituição, ganha a democracia e ganha o cidadão mato-grossense

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