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05 de Dezembro de 2025
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Política Quarta-feira, 29 de Outubro de 2025, 15:47 - A | A

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2025, 15h:47 - A | A

A repercussão Rio de janeiro

Governadores se reúnem para apoiar Cláudio Castro no combate ao crime organizado

Assessoria

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), integra o grupo de chefes de Estado que viaja ao Rio de Janeiro hoje (29) para manifestar apoio ao governador Cláudio Castro (PL), após a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão. A ideia é realizar uma reunião presencial nesta quinta-feira (30).

A comitiva reúne governadores alinhados à direita, como Ronaldo Caiado (Goiás), Romeu Zema (Minas Gerais), Jorginho Mello (Santa Catarina), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Alguns deles chegaram a oferecer tropas e apoio logístico para reforçar a segurança no Rio.

 

Nesta quarta-feira, os governadores já fizeram uma reunião por videoconferência.

 

Na noite de terça-feira (28), Mauro já havia se manifestado nas redes sociais, elogiando a postura de Cláudio Castro e das forças de segurança fluminenses.

 

Ele também lamentou as mortes e os danos provocados pelos confrontos, mas destacou a necessidade de ações firmes para retomar o controle de áreas dominadas por facções.

Quero parabenizar as forças de segurança e o governador Cláudio Castro pela coragem de fazer esse enfrentamento, porque não é possível deixar que criminosos dominem bairros e cidades inteiras no nosso país”, disse Mendes.

 

A ação, batizada de Operação Contenção, já é considerada a mais letal da história do estado. Segundo a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, o número de mortos subiu para 132, sendo 128 civis e quatro policiais. O dado contrasta com o balanço oficial do governo fluminense, divulgado na terça-feira (28), que apontava 64 mortos e 81 presos.

 

Conforme a Defensoria, dezenas de corpos foram retirados por moradores de uma área de mata no Complexo da Penha durante a madrugada. Imagens mostraram corpos enfileirados sob lonas na Praça da Penha, na zona norte da capital.

A operação mobilizou 2,5 mil agentes das polícias Civil, Militar e forças especiais, com o objetivo de conter o avanço territorial do Comando Vermelho (CV) e cumprir 100 mandados de prisão. A ação também resultou na apreensão de 93 fuzis e na morte de quatro agentes de segurança.

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