Estratégia de confronto generalizada com o Congresso é vista como contraproducente por membros do governo.
Divergências de opinião se manifestaram entre membros do governo e ativistas em evento na Paulista.
Líderes da esquerda demonstraram divisões em relação à estratégia de confronto com o Congresso Nacional e seus presidentes, Hugo Motta e Davi Alcolumbre.
Tal divisão se manifestou durante um evento realizado na Avenida Paulista.
A maior parte dos deputados e ministros presentes considera que a generalização expressa no slogan 'Congresso inimigo do povo' é uma estratégia contraproducente.
Argumentam que tal abordagem pode impulsionar o centrão para os braços da oposição ao governo Lula, além de incentivar um maior distanciamento de Motta em relação ao Planalto.
As críticas mais contundentes foram proferidas por ativistas e indivíduos que não ocupam cargos públicos.
Essa postura contrastou com a visão mais moderada adotada por alguns membros do governo.
O casal Boulos personificou essa divergência de opiniões.
Enquanto o ministro da Secretaria Geral, Guilherme Boulos, optou por minimizar as ofensas direcionadas a Motta e ao Congresso, sua esposa, Natalia Szermeta, que possui ligações com o MTST e é candidata a deputada federal, liderou uma vaia direcionada ao presidente da Câmara.
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