Da Redação Olhar Informação
Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (26), o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), apresentou um balanço de sua gestão, focando nos indicadores positivos da educação e traçando o panorama político para os próximos anos. Mesmo reconhecendo enfrentar desafios de popularidade, o gestor afirmou que o foco total está na entrega de resultados administrativos.
Educação e Valorização do Servidor
Abílio celebrou um crescimento de 15% nos indicadores educacionais do município em relação ao ano anterior. Segundo o prefeito, a meta é erradicar defasagens de aprendizado e garantir que todos os alunos dominem os conhecimentos básicos de português e matemática ao concluírem o ensino municipal.
O prefeito também destacou 2026 como um ano chave para o realinhamento com o funcionalismo público. Entre as prioridades citadas estão:
Avanços nos planos de carreira de vigilantes, técnicos de manutenção escolar e serviços gerais;
Rediscussão do plano de carreira dos professores;
Investimento contínuo em qualificação profissional.
Críticas ao Cenário Nacional e ao STF
O tom subiu quando o assunto migrou para a política nacional. Abílio teceu duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), classificando o momento atual como uma "ditadura disfarçada de democracia". O prefeito defendeu maior equilíbrio entre os Poderes, cobrando uma postura mais ativa do Senado diante do que chamou de "ativismo judicial".
Articulações para 2026: Direita Unida
Projetando as próximas eleições, o gestor cuiabano refutou a ideia de fragmentação no campo conservador. "A direita está unida e tem projeto definido", declarou. Abílio aproveitou para confirmar nomes que devem encabeçar o palanque do PL:
Presidência: Apontou o senador Flávio Bolsonaro como o pré-candidato do grupo.
Senado por MT: Reafirmou o nome de José Medeiros como consolidado para a disputa.
Sobre as movimentações políticas em Mato Grosso, Abílio manteve o distanciamento de possíveis alianças entre caciques políticos tradicionais, reforçando que o estado deve seguir como um reduto de oposição às políticas do governo federal.
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