Mesmo antes da conclusão do inquérito policial que apura se a bombeiro civil, Nataly Helen Martins Pereira, 25, teve cúmplices no assassinato da adolescente gestante Emelly Azevedo Sena, 16, o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo se antecipa e descarta a participação do cunhado, irmão e companheiro da acusada no crime que chocou o país.
Os três chegaram a ser detidos no dia 13 de março, quando o corpo de Emelly foi localizado em cova rasa, na casa do irmão da assassina.
Conforme o promotor, os três possuem álibis, inclusive de registros de câmeras de locais onde estavam no momento do crime, além de depoimentos de testemunhas que os isentam da participação. “Tão importante quanto punir a Nataly pelo crime, também é inocentar as pessoas que não participaram dele” .
Nataly forjou uma gestação e planejou roubar uma criança recém-nascida com o objetivo de fortalecer o relacionamento recente. (SR)
Com Informações - Jornal A Gazeta
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