A juíza do Núcleo de Justiça do Juiz de Garantias, Edna Ederli Coutinho, manteve a prisão do empresário Idirley Alves Pacheco, 40, que passou por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (14). Agora ele segue para unidade prisional enquanto a investigação sobre homicídio tramita.
Ele é acusado de assassinar a tiros o ex-jogador de vôlei da Seleção Brasileira, Everton Pereira Fagundes da Conceição, 46, no dia 11 de junho, em Cuiabá. Baleado, a ex-atleta perdeu o controle da direção da caminhonete Amarak e causou acidente na Capital. Após o crime, o empresário fugiu e passou 4 dias sendo procurado pela polícia. Ele se entregou na manhã desta segunda e foi interrogado.
Ainda durante a manhã, o suspeito prestou depoimento ao delegado Caio Fernando Alvares Albuquerque, titular da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), alegando que Everton estava armado na caminhonete e que ele tomou a arma da vítima, houve a batida e depois os disparos. Neste cenário, houve acidente com outro veículo, o ex-jogador foi baleado e morreu. Já o suspeito fugiu.
“O interrogado apresenta a versão de que desconfiou que a vítima e sua ex-esposa estavam tramando para extorqui-lo no tocante aos bens da separação”, disse o delegado após ouvir o suspeito.
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