Relatórios de inteligência revelam a expansão do crime organizado em Mato Grosso e outros estados brasileiros, como São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro. Esses documentos detalham como facções criminosas dificultam a atuação do poder público em territórios sob seu domínio, impedindo que funcionários de empresas e agentes públicos interrompam atividades clandestinas.
Um exemplo citado no relatório é o funcionamento de rádios clandestinas em Cuiabá, próximas à Penitenciária Central do Estado (PCE).
Essas rádios teriam sido utilizadas por uma facção para comunicação com detentos, familiares e terceiros. A situação só foi resolvida após intervenção judicial e apoio policial, mesmo diante de ameaças às equipes envolvidas.
Em contrapartida, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) afirmou ao jornal O Globo que não há bairros onde as forças policiais sejam impedidas de realizar policiamento ostensivo, rondas ou outras ações de segurança.
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