Da Redação Olhar Informação
Força Tática e Rotam reagem a terror imposto por faccionados de Sinop no bairro Jardim Celeste;Denúncia de suspeitos ostentando armas em carro branco termina em troca de tiros fatal,e polícia confirma que grupo utilizava carabina e pistolas para coagir moradores da região!
A madrugada desta terça-feira (24) foi marcada por um confronto letal entre as forças de segurança e membros de uma facção criminosa em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá). Quatro jovens morreram após trocarem tiros com equipes da Força Tática e da Rotam no bairro Jardim Celeste, em um episódio que expõe a migração de criminosos da região norte para o oeste do estado.
Terror no Jardim Celeste
Por volta das 2h, testemunhas aterrorizadas acionaram a Polícia Militar, relatando que quatro indivíduos em um VW Gol branco circulavam pelas ruas apontando armas de fogo para fora das janelas e coagindo moradores. O clima de insegurança mobilizou as equipes de elite da PM, que localizaram o veículo na Avenida dos Estados.
O Confronto
De acordo com os registros policiais, os suspeitos ignoraram as ordens de rendição e não desembarcaram do veículo. Em vez disso, abriram fogo contra os militares, que revidaram. Na troca de tiros, todos os ocupantes do Gol foram atingidos. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas apenas pôde constatar os óbitos no local.
Identificação e Origem
Três dos mortos já foram identificados:
- Amilton Oliveira de Sena Júnior, 23 anos;
- Diego Hotávio Cardoso da Silva, 17 anos;
- José Guilherme de Almeida Lemes, 16 anos.
A quarta vítima ainda aguarda identificação oficial. A Polícia confirmou que todos eram integrantes de uma facção criminosa e que não eram moradores de Cáceres, tendo se deslocado da região de Sinop para atuar no município.
Arsenal Apreendido
Dentro do veículo, os policiais encontraram um arsenal que comprova o poder de fogo do grupo:
- Uma carabina calibre .44;
- Uma pistola Taurus calibre .380;
- Um revólver calibre .38 com numeração raspada;
- Diversas munições e aparelhos celulares.
O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que busca entender o que motivou o deslocamento desse grupo de Sinop para Cáceres e se planejavam ataques contra facções rivais na fronteira.
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