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19 de Julho de 2026
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19 de Julho de 2026

MUNDO Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 08:37 - A | A

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Explosões voltam a sacudir o Irã e conflito se expande para o Líbano

Da Redação Olhar Informação 

Com mais de 550 mortos confirmados, o mundo assiste ao agravamento da guerra após a morte do Líder Supremo Ali Khamenei; saiba a verdade sobre o posicionamento do Hezbollah no conflito.

A madrugada desta segunda-feira (2) foi marcada por novos e violentos estrondos em Teerã e outras cidades estratégicas do Irã. O país enfrenta o terceiro dia de uma ofensiva aérea coordenada entre os Estados Unidos e Israel. O cenário é de destruição em áreas governamentais e militares, enquanto a população civil busca abrigo em meio ao som constante de sirenes e interceptações de mísseis.

Os Números da Crise (Balanço até 02/03/2026)

De acordo com os relatórios mais recentes de organizações humanitárias como o Crescente Vermelho e agências internacionais:

Dado Estatística Atualizada

Vítimas Fatais (Irã) 555 mortos confirmados

Feridos (Irã) Pelo menos 747 pessoas

Cidades Atingidas 14 centros urbanos, incluindo Isfahan e Qom

Vítimas em Israel 11 mortos (incluindo ataque em Beit Shemesh)

Impacto no Petróleo Previsão de alta para US$ 90 o barril nesta segunda

 

O Hezbollah apoiou o ataque ao Irã?

Não, essa informação não procede. Pelo contrário: o Hezbollah é o principal aliado do Irã na região e faz parte do chamado "Eixo da Resistência".

Após passar os primeiros dias em deliberação, o grupo liderado por Naim Qassem (que assumiu após a morte de lideranças anteriores) lançou nesta segunda-feira sua primeira grande retaliação contra Israel em mais de um ano. O ataque, composto por drones e foguetes, foi uma resposta direta à morte do aiatolá Ali Khamenei.

Em contrapartida, Israel já iniciou bombardeios nos subúrbios de Beirute e no sul do Líbano para neutralizar as bases do grupo, o que abre oficialmente uma nova frente de guerra terrestre e aérea.

O Contexto da Ofensiva

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os ataques continuarão por "quatro a cinco semanas" até que os objetivos de neutralizar o programa nuclear e mudar o regime em Teerã sejam atingidos. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reforçou que o exército está operando "no coração de Teerã" com intensidade máxima.

O governo interino iraniano, agora sob o comando de Alireza Arafi, prometeu uma resposta "decisiva" e já reivindicou ataques contra o gabinete de Netanyahu e bases americanas no Golfo Pérsico.

 

Olhar Informação: No tabuleiro de xadrez do Oriente Médio, a diplomacia parece ter perdido o lugar para os mísseis, e o custo dessa partida está sendo pago com vidas humanas e a instabilidade de toda a economia global.

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