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A Dra. Antaya March, diretora do Centro de Política Global de Plásticos da Universidade de Portsmouth, argumenta que, embora as negociações internacionais sobre um Tratado Global de Plásticos permaneçam paralisadas, os países já têm as ferramentas necessárias para enfrentar a crise agora e devem usá-las. A última rodada de negociações sob o Comitê Intergovernamental de Negociação das Nações Unidas (INC-5.2) terminou sem acordo, deixando um tratado global a anos de distância.
Os autores destacam que os plásticos devem ser tratados não apenas como uma questão ambiental, mas como uma crescente preocupação de saúde pública. Um crescente corpo de evidências liga os plásticos e os produtos químicos associados ao câncer, doenças respiratórias e disfunção endócrina, com potenciais custos econômicos globais relacionados à saúde estimados em mais de US$ 1,5 trilhão por ano.
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