A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) destinou R$17,7 milhões em Compensação Ambiental em 2025 para as Unidades de Conservação (UCs) estaduais. Estes recursos são aplicados na aquisição de bens e serviços, elaboração, revisão e implementação de Planos de Manejo, e estudos para a criação de novas UCs, além de melhorias em Unidades de Conservação Municipais.
Intervenções notáveis incluem a reforma do Parque Estadual Zé Bolo Flô em Cuiabá e a recuperação do Centro Geodésico da América Latina em Chapada dos Guimarães.
Para planejar as ações de 2026, os gerentes das Unidades de Conservação participam de uma oficina que teve início em 16 de dezembro e se estende até o dia 18, na Escola dos Servidores do Tribunal de Justiça, em Cuiabá.
A Sema gerencia um total de 42 Unidades de Conservação, distribuídas em 5 no Pantanal, 14 na Amazônia e 23 no Cerrado. O principal objetivo deste encontro é a elaboração do Plano Operacional Anual (POA) das Unidades de Conservação Estaduais de Mato Grosso.
A secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto, ressaltou a missão da Sema em zelar pelas Unidades de Conservação instituídas pelo Governo do Estado.
Ela destacou a importância da reunião para alinhar estratégias e conduzir a gestão com foco em resultados, garantindo que os objetivos estejam em consonância com os recursos disponíveis.
A oficina inclui palestras sobre temas cruciais para as UCs, debates para embasar ações e a troca de experiências entre os gerentes. Os eixos temáticos abordados compreendem Planejamento e Gestão, Uso Público e Regularização Fundiária, Recursos Humanos, e Infraestrutura Física e Operacional.
Programas como Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa/Amazônia), Copaíbas (Cerrado) e GEF Terrestre (Pantanal) também foram discutidos.
Sanny Saggin, Superintendente de Mudanças Climáticas e de Biodiversidade, enfatizou que a atualização é vital para conhecer e atualizar atribuições e competências de cada Unidade, além de planejar as ações para 2026 de forma estratégica e colaborativa.
Ana Paula Santana, coordenadora de Unidades de Conservação da Sema, complementou que a oficina é um momento importante para nivelar conhecimentos e tornar o planejamento operacional mais eficiente e alinhado ao planejamento estratégico das áreas.
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