O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, anunciou a delegada da Polícia Civil, Mariell Antonini, para chefiar o Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres.
Mauro Mendes destacou a longa atuação de Mariell no tema da violência contra a mulher em Mato Grosso, enfatizando sua experiência para auxiliar na articulação e atuar como porta-voz dedicada exclusivamente a essa política de combate no estado.
O governador afirmou que o governo não descansará para proteger as mulheres de Mato Grosso.
Mariell Antonini possui 10 anos de experiência no enfrentamento da violência doméstica e atualmente lidera a Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da Polícia Civil, responsável por ações em delegacias e pela articulação de políticas de prevenção, proteção e atendimento às vítimas em todo o estado.
A delegada agradeceu a confiança e observou que Mato Grosso já possui um caminho consolidado na política de combate à violência contra a mulher.
Com a criação do gabinete, haverá fortalecimento dessa política, desenvolvimento de novas ações para prevenção e enfrentamento, além de maior poder de articulação e governança.
Ela destacou que muito já foi realizado e que agora se avança com mais recursos.
O Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres visa integrar ações entre secretarias e órgãos do governo para reforçar o combate à violência e fortalecer a rede de proteção às vítimas no estado.
Como chefe, Mariell Antonini coordenará ações de órgãos como as Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp) e de Assistência Social e Cidadania (Setasc), a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Mauro Mendes recordou ações já executadas, como a ampliação da Patrulha Maria da Penha e o lançamento dos aplicativos SOS Mulher e Botão do Pânico.
Ele mencionou que a violência doméstica é um problema recorrente no Brasil e em Mato Grosso, e que o governo tomará todas as medidas necessárias para proteger as mulheres.
O Governo de Mato Grosso investiu R$ 93,4 milhões em 2025 em ações de combate à violência contra a mulher, mantendo políticas desde 2019 com foco em prevenção, repressão e assistência.
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