Da Redação Olhar Informação
Comandada pelo atual campeão da América, a Raposa inicia caminhada no Equador; em Mato Grosso, reduto de cruzeirenses, expectativa é de "casa cheia" nos redutos de torcedores.
CUIABÁ – O coração do torcedor cruzeirense volta a bater no ritmo do continente. Nesta terça-feira, 7 de abril de 2026, o Cruzeiro encerra um hiato de sete anos e faz sua estreia oficial na Copa Libertadores da América. O desafio inaugural do Grupo D acontece no Estádio Monumental de Guayaquil, contra o tradicional Barcelona de Guayaquil.
Para os mato-grossenses, a partida tem um sabor especial. O estado, conhecido por abrigar uma das maiores comunidades de mineiros e descendentes fora de Minas Gerais, possui uma legião fiel de cruzeirenses. De Cuiabá a Sinop, de Rondonópolis a Sorriso, os bares e "redutos celestes" prometem estar lotados para acompanhar o retorno do clube que já teve em seu comando lendas como Felipão, Cuca e Tite.
A "Mão" do Campeão no Comando
A grande aposta para o tricampeonato continental atende pelo nome de Artur Jorge. O técnico, que assombrou a América em 2024 ao conquistar a Libertadores e o Brasileirão pelo Botafogo, faz hoje apenas o seu terceiro jogo à frente da Raposa. A diretoria cruzeirense não poupou esforços para trazer um comandante que conhece o atalho para a glória eterna.
O Contraste entre a América e o Brasil
O Cruzeiro entra em campo vivendo uma "crise de identidade" na temporada:
- Sucesso Regional: Recentemente, o clube levantou a taça do Campeonato Mineiro, mostrando força em clássicos.
- Drama no Brasileirão: Em contrapartida, o início no campeonato nacional é preocupante. Após uma dura derrota por 4 a 1 para o São Paulo, o time ocupa a vice-lanterna, com apenas 7 pontos em 10 jogos.
- O Adversário: O Barcelona de Guayaquil chega embalado por uma vitória de 2 a 0 sobre a LDU e ostenta a terceira posição no disputado Campeonato Equatoriano.
A expectativa é que a "mística da camisa azul" prevaleça. Para os milhares de cruzeirenses espalhados por Mato Grosso, a Libertadores não é apenas um torneio, mas o lugar de onde o Cruzeiro nunca deveria ter saído.
Olhar Informação: Das montanhas de Minas às planícies de Mato Grosso, o sentimento celeste ignora fronteiras quando o assunto é conquistar a América.
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