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12 de Abril de 2026
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Curtinhas Segunda-feira, 09 de Março de 2026, 09:32 - A | A

Segunda-feira, 09 de Março de 2026, 09h:32 - A | A

Na mira do Congresso

Leila Pereira depõe à CPMI do INSS sobre suspeitas de irregularidades bancárias

Da Redação Olhar Informação 

​Presidente da Crefisa e do Palmeiras terá que explicar contratos sob intervenção cautelar; relator aponta lista de instituições com recordes de reclamações de aposentados.

BRASÍLIA – O clima deve esquentar no Senado Federal na tarde desta segunda-feira (9). A empresária Leila Mejdalani Pereira, presidente do Banco Crefisa e do Palmeiras, é o nome mais aguardado para prestar depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, a partir das 16h. A convocação ocorre no rastro de investigações que apuram falhas graves no sistema de pagamentos e na oferta de crédito consignado para idosos.

​A Crefisa, que se sagrou vencedora do pregão para gerenciar o pagamento de novos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social, agora enfrenta o escrutínio dos parlamentares devido ao volume de queixas registradas.

​"Suspensão Cautelar" e o peso das denúncias

​O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), foi enfático ao justificar a necessidade de ouvir a empresária. Segundo ele, levantamentos realizados na Secretaria Nacional do Consumidor revelaram que a Crefisa figura em um grupo de instituições — ao lado de nomes como Banco Master e C6 Consignado — que lideram o ranking de irregularidades.

​A situação é tão crítica que o próprio INSS adotou uma medida excepcional: a suspensão cautelar do contrato para novos pagamentos. A decisão foi motivada por um bombardeio de reclamações reiteradas de beneficiários que alegam práticas abusivas e falta de transparência.

​O "X" da questão: O elo com o Banco Master

​A oitiva de Leila Pereira acontece em um momento delicado, onde o sistema financeiro voltado ao público previdenciário enfrenta uma crise de confiança. O relator quer entender como instituições com histórico tão pesado de reclamações conseguem manter contratos de tamanha magnitude com o governo federal.

​Além de Leila, o CEO do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, e o presidente da Dataprev também devem ser ouvidos. O objetivo da CPMI é desvendar se houve omissão das instituições ou falhas sistêmicas que permitiram que milhares de aposentados fossem prejudicados.

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