Da Redação - Olhar Informação
Recurso articulado entre Abilio Brunini e Otaviano Pivetta será destinado ao custeio de unidades de urgência, Centro Médico Infantil e manutenção da rede SUS.
Em um movimento que sinaliza o estreitamento de laços entre o Palácio Alencastro e o Palácio Paiaguás, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, confirmaram nesta quarta-feira (21.01) o repasse de R$ 20 milhões do Tesouro Estadual para a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
O montante é fruto de uma solicitação formal da gestão municipal e chega em um momento crucial para dar fôlego ao caixa da capital, garantindo a continuidade de serviços essenciais e o abastecimento da rede pública.
Fortalecimento do Atendimento
Durante o anúncio, o prefeito Abilio Brunini ressaltou que o aporte financeiro será fundamental para áreas críticas, com destaque para o atendimento pediátrico.
“Esses R$ 20 milhões ajudam a complementar as despesas da saúde do nosso município, fortalecem o atendimento no Centro Médico Infantil e contribuem diretamente para cuidarmos melhor da saúde de Cuiabá”, afirmou o prefeito, agradecendo nominalmente ao governador Mauro Mendes e ao vice Pivetta.
Compromisso e "Novidades Grandes"
O vice-governador Otaviano Pivetta reiterou que o Estado manterá o suporte à população cuiabana e deu pistas de que a cooperação não deve parar por aqui. “Sabemos do cuidado do prefeito com o povo. Em breve teremos novidades grandes, coisas importantes para a população”, declarou Pivetta, indicando que novos projetos estruturantes podem ser anunciados nos próximos meses.
Onde o Recurso Será Aplicado
Conforme o ofício encaminhado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), o montante será blindado para o custeio operacional, o que inclui:
- Assistência Hospitalar: Manutenção de serviços de urgência e emergência;
- Diagnósticos e Insumos: Garantia de exames e abastecimento regular da rede;
- Atenção Básica e Alta Complexidade: Melhoria da resolutividade para reduzir gargalos e filas de espera no SUS.
Com essa estabilidade financeira, a Prefeitura busca reduzir o tempo de resposta nas unidades de saúde e garantir que não haja interrupção em serviços diagnósticos e hospitalares por falta de suporte operacional.
