Da Redação Olhar Informação
Liderada pela advogada Silvia Mara, Associação Cuiabá Mais Verde protocola ofício na Câmara para garantir que compensações ambientais saiam do papel e virem florestas urbanas.
A luta para devolver o título de "Cidade Verde" à capital mato-grossense ganhou um capítulo decisivo nesta semana. A Associação Cuiabá Mais Verde, sob o comando da advogada e ambientalista Silvia Mara Silva de Arruda Martins, protocolou na Câmara Municipal o Ofício nº 005/2026, exigindo providências legislativas urgentes para a proteção e ampliação do patrimônio arbóreo da cidade.
O documento foca em três pilares fundamentais para a qualidade de vida do cuiabano: a transparência nas compensações ambientais, o monitoramento rigoroso dos plantios já realizados e, principalmente, o avanço efetivo do Plano Diretor de Arborização Urbana.
Compensação Ambiental sob Lupa
Um dos pontos centrais da articulação de Silvia Mara é garantir que as empresas que suprimem árvores para empreendimentos imobiliários ou comerciais cumpram, de fato, as contrapartidas ambientais. A Associação defende que essas compensações não sejam apenas burocráticas, mas que resultem em áreas verdes reais, monitoradas e preservadas.
"A população precisa se mobilizar para que o plano piloto seja colocado em prática. Cuiabá precisa desse mutirão pelo verde, pois isso reflete diretamente na nossa qualidade de vida", ressaltou a ambientalista.
Mobilização e Transparência
A iniciativa busca acabar com o "vácuo" de informações sobre o que é plantado na capital. A proposta protocolada exige que o Legislativo crie mecanismos de fiscalização para que o povo saiba onde e como as mudas estão sendo cuidadas, evitando que o investimento se perca por falta de manutenção.
Com o apoio da sociedade civil, a Associação Cuiabá Mais Verde segue articulando com os vereadores para que o tema avance institucionalmente, transformando a arborização de uma promessa de campanha em uma política de Estado obrigatória.
Olhar Informação: Em uma Cuiabá de temperaturas recordes, plantar uma árvore não é apenas um ato ecológico, é um gesto de sobrevivência e respeito com as próximas gerações.
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