Em 3 de dezembro de 2025, um influente político do Rio de Janeiro discutia em conversa reservada os desafios para a candidatura de Cláudio Castro (PL) ao Senado em 2026, quando soube da prisão de Rodrigo Bacellar (União), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), por suspeita de vazar informações sigilosas.
A relação tensa entre Castro e Bacellar representava um obstáculo significativo, pois o governador precisaria renunciar ao cargo para concorrer, e ele já havia manifestado a aliados sua recusa em transferir o comando do estado ao presidente da Alerj, seu sucessor constitucional.
Castro indicou preferência por um sucessor com perfil técnico, o que exigiria que a Alerj convocasse eleições indiretas para preencher a vaga provisória.
A prisão de Bacellar altera o cenário político, e o influente político, ao receber a notícia, comentou de forma irônica que o problema estava resolvido, embora reconheça que ainda há muitos desdobramentos pela frente.
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