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17 de Junho de 2026
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17 de Junho de 2026

BRASIL Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, 15:11 - A | A

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, 15h:11 - A | A

caminhada até o STF

Oposição protocola “impeachmaço” contra 16 ministros de Lula

Da Redação Olhar Informação 

Ofensiva no Planalto: Deputados acusam primeiro escalão do governo de descumprimento constitucional e levam pedidos pessoalmente à Suprema Corte.

BRASÍLIA – Em uma ofensiva coordenada que sacudiu os bastidores do poder nesta quarta-feira (25), um grupo de deputados federais da oposição protocolou uma série de pedidos de impeachment contra 16 ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A iniciativa, que recebeu o apelido de “impeachmaço”, foi liderada pela deputada Carol de Toni (PL-SC) e contou com a adesão de diversos parlamentares da ala conservadora.

​Após o anúncio oficial no Salão Verde da Câmara dos Deputados, os parlamentares realizaram uma caminhada simbólica pela Praça dos Três Poderes até a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), onde os documentos foram formalmente entregues.

O Alvo da Fiscalização

​A lista de ministros visados pela oposição é extensa e atinge pastas estratégicas do Palácio do Planalto. Entre os nomes citados nos pedidos de afastamento estão:

  • Fernando Haddad (Fazenda);
  • Alexandre Padilha (Saúde);
  • José Múcio (Defesa);
  • Carlos Fávaro (Agricultura);
  • Sônia Guajajara (Povos Indígenas).

​De acordo com os parlamentares, a medida fundamenta-se no papel fiscalizador do Congresso Nacional. Eles alegam que houve descumprimento reiterado de dispositivos constitucionais e "pedaladas" em programas governamentais, como o programa estudantil Pé-de-Meia, além de falhas na prestação de contas e gestão pública.

Clima de Tensão entre Poderes

​O ato ocorre em um momento de alta temperatura política em Brasília. Enquanto a oposição busca desgastar o primeiro escalão do governo, o movimento também serve como uma demonstração de força política dentro do Legislativo.

​"É da nossa função, como Poder Legislativo, fiscalizar e garantir que a Constituição seja respeitada", afirmou Carol de Toni durante o protocolo. A estratégia de levar os pedidos pessoalmente ao STF busca dar visibilidade internacional ao movimento e pressionar por uma análise técnica das denúncias.

​O governo, por sua vez, encara a movimentação como uma tentativa de obstrução da pauta governamental e uma estratégia puramente política para os embates que devem marcar o ano de 2026.

"No Olhar Informação, a notícia é o reflexo da realidade, acompanhando de perto os movimentos que podem redesenhar o cenário político do país."

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