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05 de Dezembro de 2025
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BRASIL Sexta-feira, 14 de Novembro de 2025, 21:43 - A | A

Sexta-feira, 14 de Novembro de 2025, 21h:43 - A | A

Eduardo Bolsonaro

Moraes quer impedir maioria da direita no Senado em 2026

Da Redação

Em 14 de novembro de 2025, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) criticou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, antes de se tornar réu por coação, alegando perseguição política, após a Primeira Turma do STF formar maioria para aceitar a denúncia contra ele sob a acusação de coação.

Eduardo Bolsonaro expressou sua crença de que o STF está ativamente perseguindo 'candidatos anti-establishment', sugerindo que candidatos favorecidos para posições no Senado enfrentariam perseguição semelhante, alegando que é o sistema se reinventando para sobreviver e que Alexandre de Moraes está tentando impedir que a direita conquiste a maioria no Senado em 2026, justificando assim seu voto para torná-lo réu na corte.

O deputado federal alega sofrer perseguição política do magistrado e afirma que a acusação seria, na verdade, direcionada ao governo Donald Trump, nos EUA, por ter imposto sanções contra produtos e autoridades brasileiras, argumentando que ser acusado de coagir autoridades para beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, implica que ele cometeu um crime nos Estados Unidos.

Em sua defesa, Eduardo Bolsonaro questiona por que Moraes não usa canais oficiais para enviar uma carta rogatória se acredita que um crime foi cometido nos Estados Unidos, especulando que Moraes pode ter medo de receber um 'sermão' do Departamento de Justiça dos EUA, e defende-se contra as acusações, afirmando que é impossível cometer o crime de coação.

Eduardo Bolsonaro argumenta que a Lei Magnitsky, medidas tarifárias e outras ações do governo Trump são meios legais nos Estados Unidos, enfatizando que ele não assina a Lei Magnitsky ou medidas tarifárias, mas sim Trump e seu secretariado, e alega que o processo tem como objetivo torná-lo inelegível, comparando-se ao pai, que está condenado e em prisão domiciliar, classificando o processo como 'gambiarra jurídica'.

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