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BRASIL Terça-feira, 09 de Dezembro de 2025, 05:19 - A | A

Terça-feira, 09 de Dezembro de 2025, 05h:19 - A | A

identificar localizar e prender

Brasil lança programa 'Captura' e lista com 216 criminosos mais procurados

Da Redação

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou o Programa Captura nesta segunda-feira, 8 de dezembro de 2025, com o objetivo de identificar, localizar e prender criminosos considerados de alta periculosidade no Brasil.

A iniciativa, que também divulgou o site gov.br/captura e criou uma "lista vermelha" com os 216 criminosos mais procurados do país, visa o cumprimento de mandados de prisão estratégicos para enfrentar organizações criminosas, apresentando de forma transparente a lista dos foragidos.

Entre os criminosos listados está André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, um dos principais chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), condenado a 25 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, foragido há cinco anos e alvo da Difusão Vermelha da Interpol; o governo de São Paulo indicou ainda Emilio Gongorra Castilho, conhecido como Cigarreira, apontado como um dos mandantes da morte do delator do PCC, e Kauê do Amaral Coelho, apontado como ‘olheiro’ do PCC no caso do assassinato de Gritzbach.

O programa prevê o intercâmbio de boas práticas entre as forças policiais, a realização de ações de capacitação e aperfeiçoamento profissional, além de estimular a colaboração da população por meio dos canais 190 e 197, com cada unidade da Federação indicando oito alvos prioritários, selecionados com base em critérios de risco como gravidade e natureza do crime, ligação com organizações criminosas, múltiplos mandados de prisão e atuação interestadual.

Também nesta segunda-feira, o ministro Ricardo Lewandowski instituiu o Sistema Nacional de Inteligência para Enfrentamento ao Crime Organizado (Orcrim), que tem como objetivos promover a integração entre os órgãos de segurança, permitir a interoperabilidade entre bancos de dados e unificar metodologias de identificação de indivíduos ligados a estruturas criminosas, com acesso restrito às agências de inteligência da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, das Polícias Civis e Militares dos estados e do Distrito Federal, além das secretarias estaduais de segurança pública e dos sistemas penitenciários.

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