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20 de Julho de 2026
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Artigos Sexta-feira, 26 de Junho de 2026, 18:29 - A | A

Sexta-feira, 26 de Junho de 2026, 18h:29 - A | A

ARTIGO 

Por - José Ricardo Costa Marques Corbelino

Ilustração Olhar Informação

Corbelino

O Papel Essencial da Magistratura e os Desafios em Mato Grosso

  • Pilar da Democracia: A magistratura é descrita como fundamental para a estrutura do Estado Democrático de Direito, sendo o Poder Judiciário o responsável por concretizar direitos fundamentais, solucionar conflitos e aplicar a Constituição.

 

  • Impacto das Decisões: O Juiz de Direito decide questões que afetam profundamente a sociedade, como a liberdade dos cidadãos, a proteção da infância, a garantia da propriedade e a segurança jurídica.

 

  • Desafios Regionais: Em Mato Grosso, devido às dimensões continentais, os magistrados enfrentam demandas elevadas, comarcas distantes e casos complexos, exigindo independência e imparcialidade.

 

​Condições de Trabalho e Remuneração

  • Investimento, não Privilégio: Valorizar a magistratura significa oferecer condições adequadas de trabalho (estrutura física, tecnologia, segurança e capacitação) e não a concessão de privilégios. A sociedade é a maior beneficiada com um Judiciário célere e eficiente.

 

  • Independência Remuneratória: O autor defende que salários dignos e a preservação de verbas remuneratórias e indenizatórias legais garantem a autonomia dos juízes, blindando-os de pressões externas (econômicas ou políticas).

 

  • Critério Técnico no Debate: Críticas e generalizações sobre os salários dos magistrados devem ser substituídas por debates técnicos baseados na Constituição, reconhecendo que muitas parcelas possuem fundamento legal e passam por órgãos de controle.

 

​A Relação com a Advocacia e o Peso de Julgar

  • Harmonia Institucional: A advocacia do estado (OAB-MT) reconhece a importância de um Judiciário forte, dependendo de uma atuação harmônica entre as instituições.

 

  • A Lição de José Corbelino: O autor cita seu falecido pai, que ao ser questionado sobre assumir o cargo de Desembargador pelo Quinto Constitucional, respondeu: "Não sei julgar meus semelhantes".

 

  • Humildade no Poder: Essa frase é destacada como uma lição de humanidade e prudência, demonstrando que o ato de julgar exige profunda responsabilidade, equilíbrio e a consciência de que por trás de cada processo existe uma vida humana.

 José Ricardo costa marques corbelino  Advogado em Cuiabá - Membro do tribunal de prerrogativas da OAB MT

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