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05 de Dezembro de 2025
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Agronomia Terça-feira, 28 de Outubro de 2025, 17:46 - A | A

Terça-feira, 28 de Outubro de 2025, 17h:46 - A | A

O AGRO NÃO PARA

Uso de Defensivos Agrícolas no Brasil Deve Crescer 3,4% em 2025

Da Redação

A área tratada com defensivos agrícolas no Brasil (PAT) deve registrar um crescimento de 3,4% em 2025, em comparação com o ano anterior. A pesquisa, realizada pela Kynetec Brasil a pedido do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg), projeta que a PAT total poderá ultrapassar 2,6 bilhões de hectares. Este aumento reflete uma maior intensidade de manejo nas lavouras brasileiras.

 

 

O crescimento no uso de defensivos agrícolas é impulsionado principalmente pela intensificação das estratégias de controle de lagartas, pragas sugadoras e doenças fúngicas, com destaque para as culturas de milho e soja. A maior incidência desses agentes biológicos tem levado os produtores a realizar aplicações adicionais ao longo do ciclo produtivo para assegurar a produtividade e a qualidade das colheitas.

 

 

A metodologia da pesquisa emprega a Área Potencial Tratada (PAT), que considera não apenas a extensão cultivada, mas também o número de aplicações e os produtos utilizados por tanque. Este indicador oferece uma análise mais precisa da intensidade tecnológica nas lavouras, capturando o comportamento real do setor agrícola brasileiro.

 

 

Em 2025, o volume total de defensivos aplicados deve apresentar uma alta de 4,9% em relação a 2024. A distribuição por categoria é a seguinte: 45% de herbicidas, 24% de fungicidas, 23% de inseticidas, 1% de tratamento de sementes e 7% de outros produtos, como adjuvantes e inoculantes. Na divisão por cultura, a soja lidera com 55% da área tratada, seguida por milho (18%), algodão (8%), pastagem (5%), cana-de-açúcar (4%), trigo (2%), feijão (2%), arroz, hortifruti e café (1% cada), e outras culturas (2%).

 

 

Regionalmente, Mato Grosso e Rondônia concentram 32% da área tratada, seguidos pela BAMATOPIPA (Bahia, Maranhão, Tocantins, Piauí e Pará) com 18%, São Paulo e Minas Gerais com 13%, Rio Grande do Sul e Santa Catarina com 10%, Paraná com 9%, Goiás e Distrito Federal com 8%, e Mato Grosso do Sul com 8%. As demais regiões representam 2% do total, evidenciando a concentração das atividades em áreas estratégicas para a produção de grãos e culturas de uso intensivo de defensivos.

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